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ALALS NEWS

NAVEGANDO PELOS MARES DA LUSOFONIA

Suíça, quinta-feira, 27 de Maio de 2024 – Informativo Número: 05 Ano: 2024

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EDITORIAL:

Eis O NOSSO QUARTO INFORMATIVO. Neste mês de Maio, celebramos aquela que nos deu o dom da vida e que possui a nobreza de ser equiparada ao amor divino, por seu amor tão intenso, verdadeiro e puro para com os filhos, Mãe! Não podia passar em branco esta efeméride tão importante para todos nós, seja no primeiro domingo de Maio em Portugal ou no segundo domingo de maio no Brasil. Não importa qual o dia, pois Mãe deve ser amada todos os dias! E por falar no mundo materno, que tal conhecermos a obra de Amanda Fernanda Fisher Leão `O CANTO DA SEREIA = ERA MITOLÓGICA. Uma obra de Wagner Planas, um talento promissor sendo revelado em nossa academia. Ainda temos a linda poesia que enraíza a nossa alma de beleza e nutre o nosso ser de amor, Parabéns Dra. Sílvia Barroco por uma sensibilidade erudita. Temos também uma entrevista fantástica com a Prof. Ana Maria Gouveia da Costa Ward, portuguesa que dá aulas no Brasil. E que tal conhecer um pouquinho do dia internacional dos museus. Claro que a criançada pode curtir também ORA (DIREIS) OUVIR ESTRELAS! Dentro do nosso PIQUE-PEGA LITERÁRIO! Aproveito a ocasião para convidar a todos para o dia 11 em um almoço na Casa Benfica em Genebra, onde celebraremos o 8º Aniversário da nossa ALALS! E Fechando com chave de Ouro, teremos o DIA DE PORTUGAL EM GENEBRA COM O PRESIDENTE DA REPÚBLICA DE PORTUGAL MARCELO REBELO. Venha fazer parte deste informativo e mergulhe no mundo literário da nossa ALALS

Quintal Literário, um espaço para os escritores da ALALS

Lançamentos de 2024.

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Wagner Planas

Acadêmico | Cadeira 207

O Site das letras Edições Literárias, juntamente com o selo

#Heterônimos, traz ao publico mais dois lançamentos de membros da ALALS.
Academia Letras e Artes Luso – Suíça.

 

Os Heterônimos, Amanda Fernanda Fisher Leão com seu livro o Canto da SereiaEra Mitologica:


O Canto da Sereia, Era mitológica, é o primeiro livro da serie de quatro livros que narra a historia deste ser encantado ao longo da historia da humanidade.

 

Desde a Era Olimpiana até o futuro, uma historia de mistério, suspense, fantasia, aventura, mistério.

Suas participações na historia, que muitos relatam, mas que ninguém acredita.


Estas historias estarão nestas páginas desta coletânea no corrente ano.

E Também bem para o final do mês, o Lançamento do Livro: 

Juka Pituskaq -Vida e a Obra de um Poeta Estrofista do  Heterônimo Juka Pituskaq, onde ele narra a trajetória de vida, seus trabalhos e como tudo começou no Novo Movimento Estrofista, inclusive o encontro com grandes Autores e seu grande amor.

 

Os Volumes em e-book, e fisico estarão a venda  na plataforma da Amazon através da Quimera Antologias (e-book), pelo Site das Letras Edições Literárias (Físico).

_*Mãe é ser...*_

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Silvia Barroco

Acadêmico / Diretora do Informativo - Cadeira 184

A raiz do amor
O saciar da felicidade
O remédio para a dor
A lacuna em qualquer idade

 

A raiz da vida
A certeza do colo
Mesmo após a partida
É ser mãe, solo!

 

É nascer, renascer
No amor, na força
Ser mãe é a raiz quadrada
Do amor!!!!

Em foco!

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Silvia Barroco

Acadêmico / Diretora do Informativo - Cadeira 184

O mês de maio é repleto de Comemorações, dentre as quais destacamos: O dia das Mães e o Dia Internacional dos Museus.

Iniciaremos com um pequeno histórico sobre o Dia das Mães.

 

 

ORIGEM DO DIA DAS MÃES

 

As festas em homenagem ao dia das  mães foi popularizada nos Estados Unidos a partir de 1914, mas a sua celebração teve origem na Grécia  e na Roma Antiga.

Nas festas primaveris gregas e romanas eram realizados cultos de adoração às divindades que representavam as mães. Algumas dessas divindades eram as deusas Reia, mãe dos deuses, e Cibele, a deusa mãe romana, conhecida também por Magna Mater.

 

No século XVII, surgiu o Mothering Day na Inglaterra e, desde então, os operários  passaram a ter esse dia de folga com o intuito de visitarem suas mães .Lá, a data é celebrada no quarto domingo de Quaresma.

No início do século XX, nos Estados Unidos, a celebração  ganhou  maior visibilidade  a partir dos esforços de Anna Jarvis ( 1864-1948), uma jovem norte- americana que havia perdido sua mãe, Ann Maria Reeeves Jarvis , em 1905.

 

Ann Maria Reeves Jarvis, fundou em 1858, o Mothers Day Work Clubs, o qual  realizava campanhas em prol das mulheres  que trabalhavam  exerciam a  maternidade.

Anna Jarvis deu continuidade ao trabalho de sua mãe e conseguiu fazer  com que fosse reservado um dia em comemoração às mães.

 

A data foi oficializada nos Estados Unidos em 1914 pelo presidente  Woodrow Wilson (1856-1924) e se popularizou pelo mundo.

 

 

O Dia das Mães no Brasil

 

O primeiro dia das Mães no Brasil foi comemorado no Brasil em 1918, por iniciativa da Associação Cristã de Moços, de Porto Alegre.

A data foi oficializada no Brasil no Brasil em 1932, no governo de Getúlio Vargas, em 1932.

No Brasil, o Dia das Mães é comemorado no segundo  domingo do mês de maio, assim  como nos Estados Unidos, Japão e Itália.

            

Finalizamos a Edição sobre o  Dia das Mães com o Poema Para sempre de Carlos Drumond de Andrade

 

 

Por que Deus permite

Que as mães  vão –se embora?

Mãe não tem limite,

É tempo sem hora,

Luz que não apaga 

Quando sopra o vento

E chuva desaba,

Veludo escondido

Na pele enrugada,

Água pura, ar puro,

Puro pensamento.

Morrer acontece 

Com o que é breve e passa

Sem deixar vestígio.

Mãe, na sua graça,

É eternidade.

Por que Deus se lembra

– mistério profundo-

De tirá-la um dia?

Fosse eu Rei do Mundo,

Baixava uma lei:

Mãe não morre nunca,

Mãe ficará sempre 

Junto do seu filho

E ele, velho embora,

Será pequenino 

Feito grão de milho

 

 

18 DE MAIO

DIA INTERNACIONAL DOS MUSEUS

 

ORIGEM DOS MUSEUS

 

 

Os museus tiveram origem no hábito humano do colecionismo, que nasceu junto com a própria humanidade. Desde a antiguidade remota, o homem, por muitas razões, coleciona objetos e lhes atribui valor, seja afetivo, cultural ou simplesmente material, o que justifica a necessidade de sua preservação ao longo do tempo. Há registros sobre instituições vagamente semelhantes ao museu moderno funcionando há milhares de anos. Entretanto, somente no século XVII se consolidou o museu mais ou menos como atualmente o conhecemos.

 

 

História

 

A palavra museu se originou do grego antigo mouseion (Casa das Musas), mas a origem dos museus como locais de preservação de objetos com finalidade cultural é muito mais antiga. Desde tempos remotos o homem se dedica a colecionar objetos, pelos mais diferentes motivos. No Paleolítico os homens primitivos já reuniam vários tipos de artefatos, como o provam achados em tumbas. Porém, um sentido mais próximo do conceito moderno de museu é encontrado somente no segundo milênio a.C., quando na Mesopotâmia se passou a copiar inscrições antigas para a educação dos jovens. Mais adiante,  os reis Nabucodonosor II e Nabonido se dedicaram à coleção de antiguidades, e outra coleção era mantida pelos sacerdotes anexa à escola do templo, onde cada obra era identificada com uma ficha onde eram escritas informações relativas à peça, semelhante ao sistema expositivo atual. Um dos museus mais antigos conhecidos é o museu de Enigaldi-Nana, construído pela princesa Enigaldi-Nana no final do Império Neobabilônico. O sítio data de 530 a.C., e continha artefatos de civilizações mesopotâmicas anteriores. Notavelmente, uma ficha gravada em rolo de argila e escrita em três idiomas foi encontrada no local, descrevendo a história e a descoberta de um item do museu. 

 

 

Na Grécia Antiga o museu era um templo das Musas, divindades que presidiam a poesia, a música, a oratória, a história, a tragédia, a comédia, a dança e a astronomia. Esses templos, bem como os de outras divindades, recebiam muitas oferendas em objetos preciosos ou exóticos, que podiam ser exibidos ao público mediante o pagamento de uma pequena taxa. Em Atenas se tornou afamada a coleção de pinturas que era exposta nas escadarias da Acrópole no século V a.C.. Os romanos expunham coleções públicas nos fóruns, jardins públicos, templos, teatros e termas, muitas vezes reunidas como botins de guerra. No oriente, onde o culto à personalidade de reis e heróis era forte, objetos históricos foram coletados com a função de preservação da memória e dos feitos gloriosos desses personagens. 

 

O museu  mais famoso da antiguidade foi o criado em Alexandria por Ptolomeu Sóter em torno do século III a.C., que continha estátuas de filósofos, objetos astronômicos e cirúrgicos e um parque zoobotânico, embora a instituição fosse primariamente uma academia de filosofia, e mais tarde incorporasse uma enorme coleção de obras escritas, formando-se a célebre Biblioteca de Alexandria Galleria degli UffiziFlorença

 

Ao longo da Idade Média a noção de museu quase desapareceu, mas o colecionismo continuou vivo. Por um lado os acervos de preciosidades eram considerados patrimônio de reserva a ser convertido em divisas em caso de necessidade, para financiamento de guerras ou outras atividades estatais; outras coleções se formaram com objetos ligados ao culto cristão, acumulando-se em catedrais e mosteiros quantidades de relíquias de santos, manuscritos iluminados e aparatos litúrgicos em metais e pedras preciosas.

 

 

. No Renascimento, com a recuperação dos ideais clássicos e a consolidação da humanismo, ressurgiu o colecionismo privado através de grandes banqueiros e comerciantes, integrantes da burguesia em ascensão, que financiavam uma grande produção de arte profana e ornamental e se dedicavam à procura de relíquias da Antiguidade. Algumas coleções se tornaram célebres pela sua riqueza, como a dos Medici, em Florença; reis, nobres e burgueses abastados de toda a Europa competiam na propaganda de suas coleções e mantinham círculos de eruditos em arte, filosofia e história em seu redor, onde se debateram ideias influentes e se conceberam novos métodos educativos, como o academismo.

 

 

Entre os séculos XVI e XVII, com a expansão do conhecimento do mundo propiciado pelas  grandes navegações, se formaram na Europa inúmeros gabinetes e curiosidades, coleções altamente heterogêneas e assistemáticas de peças das mais variadas naturezas e procedências, incluindo fósseis, esqueletos, animais empalhados, minerais, curiosidades, aberrações da natureza, miniaturas, objetos exóticos de países distantes, obras de arte, máquinas e inventos, e toda a sorte de objetos raros e maravilhosos.   Tais gabinetes tiveram um papel importante na evolução da história e da filosofia natural especialmente ao longo do século XVII. Na mesma época proliferaram as galerias palacianas, dedicadas à exposição de esculturas e pinturas.Todavia, assim como os gabinetes, as galerias ainda estavam essencialmente dentro dos círculos privativos inacessíveis à população em geral  

 

Movidas por interesses científicos foram fundados inúmeras sociedades e instituições, como os jardins botânicos  de Pisa (1543) e o de Pádua (1545),a denominada Real Sociedade de Londres(1660)e a Academia de Ciências de Paris (1666), as quais  reuniam suas próprias coleções.

 

No Brasil a primeira coleção de que se tem notícia foi formada pelo colonizador neerlandês conde Maurício de Nassau, cuja corte se notabilizou pelo brilho científico e cultural, instalando-a em torno de 1640 no Palácio de Friburgo, em Recife, semelhante em caráter aos gabinetes de curiosidades. 

                           

 

O museu moderno

 

Apareceu em Basileia em 1671 o primeiro museu universitário, e na Inglaterra, em 1683, aquele que é considerado o primeiro museu moderno com objetivo declarado de educar o público, o Museu Ashmolean, criado pela Universidade de Oxford. Seu acervo era eclético e se assemelhava aos antigos gabinetes de curiosidades, procedente de várias partes do mundo, reunido pela família Tradescant e previamente exibida em sua casa de Londres. 

 

Pouco mais adiante o espírito enciclopédico dos iluministas fortaleceu a associação do conhecimento com a razão, a ordem e a moral, favorecendo a formação de acervos sistemáticos e a atuação de instituições culturais com objetivos educativos e públicos. Outros importantes museus fundados no século XVIII foram o Museu Britânico, aberto em Londres em 1759, e o Museu do Louvre, em Paris, em 1793, ambos  iniciativas do governo de seus países. O exemplo europeu, por força do colonialismo, frutificou também em outros países do Oriente e na América. Em Jacarta a Sociedade de Artes e Ciência da Baviera iniciou uma coleção em 1778 que evoluiu para se tornar o Museu Central da Cultura Indonésia. Na Índia ocorreu o mesmo, sendo o primeiro museu o Museu Indiano, fundado em 1784 a partir das coleções reunidas pela Sociedade Asiática de Bengal. Ambos enfocavam as artes e ciências e se dedicavam ao fomento do conhecimento. Nos Estados Unidos, a Charleston Library Society da Carolina do Sul anunciou em 1773 sua intenção de formar uma coleção de produtos naturais para alavancar a agricultura e a medicina da província. 

 

No século XIX o museu continuou sua transformação, expandindo seus horizontes para incluir novas categorias e temas e, progressivamente, abandonando o simples colecionismo para enfatizar a exibição e catalogação rigorosamente sistemáticas, tendência iniciada na Alemanha e Suíça, onde se introduziram experimentos de exibição sistematizada abrangendo vastos períodos históricos, possibilitando ao público percorrer roteiros que ofereciam panoramas de toda a história e cultura da humanidade, ao mesmo tempo em que reservavam seções para apresentação das mais recentes conquistas da ciência e tecnologia. As grandes feiras e exposições universais que se realizaram a partir da década de 1850, como as de Londres, Paris e Filadélfia, faziam parte deste fascínio com o progresso e com o conhecimento enciclopédico, e serviram além disso para modernizar as práticas de exposição dos próprios museus formais. O museu também desempenhou um papel na onda nacionalista romântica, contribuindo para a conscientização popular e a construção de identidades nacionais, acervando objetos ligados ao patrimônio cultural das nações, podendo-se citar como exemplo o Museu Nacional de Budapeste (1802), construído com dinheiro de impostos voluntários e mais tarde identificado com a luta para a independência local. Pelos mesmos motivos aparece uma profusão de museus regionais e locais, voltados para os interesses de pequenas áreas geográficas. Com a perene expansão das coleções logo tornou necessária a fundação de museus especializados em determinadas áreas do conhecimento, como o Museu da Ciência de Londres e o Museu Tecnológico em Viena. Multiplicam-se neste século também os museus ao ar livre, depois do exemplo pioneiro do Museu Nórdico em Estocolmo, que preservou edificações típicas e históricas, e incluindo neste grupo os museus in situ em sítios arqueológicos. 

 

 

Contemporaneidade

 

As práticas colecionistas antigas eram caracterizadas acima de tudo por uma postura passiva diante da sociedade, seguindo critérios aquisitivos e administrativos vagos e em muito arbitrários, que vigoraram até meados do século XX.]Nesta altura os museus entraram em uma séria crise conceitual e, como disseram Chagas & Chagas, passou-se a criticar “o caráter aristocrático, autoritário, acrítico, conservador e inibidor dessas instituições, consideradas como espécie em extinção e, por isso mesmo, apelidadas de ‘dinossauros’ e de ‘elefantes brancos’ “.A partir de então se procurou um aprofundamento científico da definição e das potencialidades de atuação ativa, interdisciplinar e educativa dos museus. Depois de algum retrocesso, a reformulação conceitual ganhou novo impulso a partir dos anos 70-80.

 

 

A definição do que é um museu, de fato, e em especial o que deve ser um museu do século XXI, é complexa e permanece envolta em contínuo debate. O International Council of Museums (ICOM), na sua 20.ª Assembleia Geral, em 6 de julho de 2001, definiu museu como uma “instituição permanente, sem fins lucrativos, a serviço da sociedade e do seu desenvolvimento, aberta ao público e que adquire, conserva, investiga, difunde e expõe os testemunhos materiais do homem e de seu entorno, para educação e deleite da sociedade”. Em 24 de agosto de 2022 essa definição foi reformada, tornando-se mais abrangente: “uma instituição permanente, sem fins lucrativos e ao serviço da sociedade que pesquisa, coleciona, conserva, interpreta e expõe o patrimônio material e imaterial. Abertos ao público, acessíveis e inclusivos, os museus fomentam a diversidade e a sustentabilidade. Com a participação das comunidades, os museus funcionam e comunicam de forma ética e profissional, proporcionando experiências diversas para educação, fruição, reflexão e partilha de conhecimentos”

 

 

De acordo com a Política Nacional de Museus do Brasil, os museus, mais do que instituições estáticas, são “processos a serviço da sociedade”, e são instâncias fundamentais para o aprimoramento da democracia, da inclusão social, da construção da identidade e do conhecimento, e da percepção crítica da realidade. Já o IPHAN, instância superior do patrimônio histórico e artístico brasileiro, dá a seguinte definição:

 

“O museu é uma instituição com personalidade jurídica própria ou vinculada a outra instituição com personalidade jurídica, aberta ao público, a serviço da sociedade e de seu desenvolvimento e que apresenta as seguintes características:

 

“I – o trabalho permanente com o patrimônio cultural, em suas diversas manifestações;

 

“II – a presença de acervos e exposições colocados a serviço da sociedade com o objetivo de propiciar a ampliação do campo de possibilidades de construção identitária, a percepção crítica da realidade, a produção de conhecimentos e oportunidades de lazer;

 

“III – a utilização do patrimônio cultural como recurso educacional, turístico e de inclusão social;

 

“IV – a vocação para a comunicação, a exposição, a documentação, a investigação, a interpretação e a preservação de bens culturais em suas diversas manifestações;

 

“V – a democratização do acesso, uso e produção de bens culturais para a promoção da dignidade da pessoa humana;

 

“VI – a constituição de espaços democráticos e diversificados de relação e mediação cultural, sejam eles físicos ou virtuais.

 

“Sendo assim, são considerados museus, independentemente de sua denominação, as instituições ou processos museológicos que apresentem as características acima indicadas e cumpram as funções museológicas

 

 

 

O Dia Internacional dos Museus contou com a iniciativa do International Council of Museums, comemorada em 1977, e tem como objetivo sensibilizar as pessoas acerca do papel dos museus.

 

 

Fonte:https:pt.wikipedia.org/wiki/Museu

Libertas Quae Sera Tamen

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Wagner Planas

Acadêmico | Cadeira 207

Liberdade, porque tanto tardia,
Irmãos guerreando contra irmãos,
Tirando da vida a alegria,
Mulçumanos contra os cristãos.

 

O Mundo em uma escuridão,
Apesar do sol diário,
Pessoas se escondem sob os armários,
Dor e desilusão!

 

Ah meu senhor,
O Senhor que nos guiou com Bondade,
Que morreu na cruz pela nossa liberdade,
E nos ofereceu seu puro amor…

 

Hoje eles dizem que a guerra é Santa,
Os Povos não sem entendem,
Muitos menos se arrependem,
Tiros, bombas, mísseis, cortes em gargantas.

 

A Terra prometida,
Hoje é devastada e sofrida,
E a liberdade que tanto tardia,
Cada vez mais, se aproximam dos braços de Nosso Senhor.

PIQUE-PEGA LITERÁRIO

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Silvia Barroco

Acadêmico / Diretora do Informativo - Cadeira 184

Nesta edição, vamos viajar no Soneto Via Láctea de Olavo Bilac.

 

ORA( DIREIS) OUVIR ESTRELAS!

“ Ora ( direis) ouvir estrelas! Certo,

Perdeste o censo!” Eu e vos direi, no entanto,

Que, para ouvi-las ,muita vez desperto

E abro as janelas, pálido  de espanto…



E conversamos toda a noite enquanto 

A Via Láctea, como pálio aberto,

Cintila.E, ao vir do sol, saudoso e sem pranto,

Inda as procuro pelo céu deserto.



Direis agora: “ tresloucado amigo!

Que conversas com elas? Que sentido

Tem o que dizem quando estão contigo?”



E eu vos direi: “ Amai para entendê-las,

Pois só quem ama pode ter ouvido

Capaz de ouvir e de entender estrelas.”



Olavo Bilac. Via Láctea, Soneto XIII




Este Soneto você também encontra no Livro-  O Planetário- de Fernando Carraro”, FTD, que conta as aventuras de Gabriela ao embarcar numa viagem pelo Sistema Solar. Você vai saber mais sobre estrelas, planetas, meteoros, cometas, constelações, até sobre o eclipse solar.

Aconteceu!!!

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Leonardo Flores

Acadêmico /Presidente da ALALS - Cadeira 06

NATAL DA ALALS

No dia 24 de Dezembro estiveram reunidos alguns membros da ALALS em um grande momento de convívio para celebrar o nascimento de Nosso Senhor Jesus Cristo. A efeméride foi celebrada na casa do nosso presidente emérito Augusto Lopes e teve a presença de alguns membros académicos: O Sr. Paulo Pinto, nosso diretor financeiro e sua esposa e académica, Fátima Vieira; Magali, primeira-dama do nosso amado Augusto Lopes e membro da ALALS e a Presença do Nosso Presidente Leonardo Flores. A Festividade contou ainda com mais três convidados e amigos da ALALS: O Sr. João Vieira, O Sr. Daniel Cabral e a Sra. Idília.

✴ Nome completo:

↪ ANA MARIA GOUVEIA DA COSTA WARD

✴ Nacionalidade:

↪ Portuguesa

✴ Filiação:

↪ Fernando Lucílio da Costa
↪ Liseta Conceição Gouveia Júnior da Costa

✴ Profissão:

↪ Professora de Língua Inglesa (Aposentada / 32 anos de sala de aula).
↪ Auxiliar Pedagógica da Educação Infantil (atualmente).

✴ Estado Civil:

↪ Casada

✴ Há quanto tempo reside no Brasil?

↪ Há 49 anos.
Cheguei ao Brasil no dia 14 de setembro de 1975.

✴ Você se lembra de alguma canção de ninar portuguesa contada pelos seus pais?

↪ Sim… Me lembro perfeitamente de uma canção que a minha querida e saudosa Mãezinha cantava muito para mim e também para os meus filhos…

 

🎼 “O meu menino é d’oiro…
O meu menino é d’oiro…
D’oiro é o meu menino…
Hei de levá-lo aos anjos,
Hei de levá-lo aos anjos…
Enquanto é pequenino…
Fui lavar os cueirinhos…
Fui lavar os cueirinhos…
À fontinha de Belém!” 🎼

 

✴ Qual a história (estória) de origem portuguesa que mais te marcou?

↪ Dona Carochinha

✴ Quais as comidas típicas portuguesas que sua mãe gostava de preparar?

↪ Muitos pratos deliciosos, citarei alguns…
✅ Bacalhau à Gomes de Sá
✅ Bacalhau com Natas
✅ Roupa Velha
✅ Aletria
✅ Arroz Doce
✅ Açorda
✅ Caldo Verde
✅ Arroz de Polvo

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